Bank is Smart

Voltar para trás não é possível. As filiais com caixas, balconistas e fila de clientes estão destinadas a preencher as páginas dos álbuns de recordações. O imobilismo, de fato, corre o risco de agravar a crise.

O comportamento da compra não é mais linear (sensibilização, compra, fidelização) mas é um loop contínuo e dinâmico e é necessário traça-lo para identificar onde se concentra o fluxo e onde se interrompe.

O processo de aquisição baseia-se na acessibilidade e na abundância de informações (nem todas sob o controle do banco). É preciso saber filtrar o grande número de informações que os novos canais geram para separar o barulho de fundo das informações relevantes.

Graças à mobilidade é possível oferecer "oportunidades de proximidade". Interceptar o cliente nas proximidades de um ponto venda pode gerar a proposta de promoções e descontos que atraem o cliente no ponto venda.

Bank is Smart

Há um novo conceito de territorialidade: ser hub dos serviços Smart Cities locais. A solução é investir no desenvolvimento das plataformas tecnológicas.

O modelo é o "Project Rainbow" de Citigroup que investiu 350 milhões de dólares para criar um sistema unificado que reúne todas as informações de contato com a clientela (conta bancária, cartões de crédito, carteira títulos e inteirações em social network). Nesta nova perspectiva as "antigas" filiais se transformarão em butiques onde concluir uma transação ou receber maiores informações sobre as propostas que o banco enviou via internet. 

A mudança contém em si os conceitos de convergência e inovação mas também de valorização e integração das ferramentas e dos canais existentes. Filiais cada vez mais "leves" e automatizadas, preservando o único profissionalismo irrenunciável do consultor financeiro. Acesso ao Banco Transversal e Multimídia, "sempre e em qualquer lugar", User Experience e Monitoring. Um sistema unificado que reúne todas as informações de contato com a clientela.